Taí um jogo que será mais lembrado pelo seu entorno do que pelo futebol propriamente dito.
Fomos à Campina Grande em uma excursão organizada por alguns amigos tricolores. Tenho orgulho de dizer que presenciei uma das coisas mais lindas que uma torcida pode fazer por um time de futebol. No trajeto Recife x Campina Grande eram carros, ônibus, vans, motos, jegue, enfim, uma infinidade de tricolores se dirigindo para apoiar o time no momento mais trsite de sua história. Inesquecível a parada no posto em Goiânia, que virou verdadeiramente uma filial da Churrascaria Colosso.
Chegando ao estádio, por volta de meio-dia, já dava pra ver que a torcida tricolor iria fazer história mais uma vez. Era genet que não acabava mais. Estima-se em 6 a 8 mil torcedores do santinha no Amigão. Coisa emocionante. O mais interessante é que ninguém ali sabia o que nos esperava, pois o time é uma verdadeira incógnita.
Começado o jogo, depois de muita festa e muita birita, veio a dura realidade. time muito fraco, realmente sem qualidade. Juninho, o camisa 10, esperança de algum talento, não me agradou e quase nada produziu. O resto do time, realmente fraco. Perdemos de 2 a 1, apesar que poderíamos ter empatado, não fosse a falta de atenção da zaga no segundo gol do Campinense. No intervalo a Torcida Organizada Inferno Coral (marginais organizados) mais uma vez arrumou confusão como a polícia e acabou colocando em risco vários tricolores decentes, mulheres e crianças que ali estavam apenas para incentivar o time do coração.
Quarta-feira tem Central no Arrudão, algumas estréias no time. Vamos ver se o time engrena. A torcida, com certeza vai comparecer em peso.
Ah, se meu time fosse tão maravilhoso quanto minha torcida!
quinta-feira, 10 de julho de 2008
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